NOVIDADES

Quais são as boas práticas para a manutenção do motor?

16.07.2021

A manutenção periódica do motor precisa ser feita, no mínimo, uma vez ao ano ou a cada 10 mil quilômetros rodados. Esta periodicidade ajuda a manter o motor regulado.

Em geral, observa-se o nível de óleo e realiza-se a troca dos filtros. No entanto, existem outros itens que demandam manutenção preventiva. Os bicos injetores e o sistema de arrefecimento são exemplos.

1- Limpeza dos bicos injetores

A limpeza dos bicos injetores está entre as boas práticas para manutenção do motor. Atenção: ela é destinada apenas para carros que já apresentam problemas no funcionamento do motor.

Os bicos injetores são conhecidos tecnicamente como válvulas injetoras e são responsáveis por pulverizar o combustível dentro do motor. Portanto, assumem papel fundamental na composição do sistema de injeção eletrônica.

A limpeza é indicada quando o veículo apresenta dificuldade de partida ou consumo elevado de combustível.

2- Manutenção do sistema de arrefecimento

É fundamental assegurar que a mistura de água com aditivo esteja na proporção correta indicada pelo fabricante do veículo. No geral, essa medida é na porcentagem de 60% de água para 40% de aditivo. Consulte sempre o Manual do Proprietário do veículo para verificar a proporção correta.

Além disso, chamamos atenção para a necessidade de cumprir com a manutenção do sistema de arrefecimento a fim de observar a temperatura de trabalho do motor.

3- Sempre utilize o óleo indicado no Manual do Proprietário

O uso correto do óleo também está dentre as boas práticas para a manutenção do motor.

Veja bem, ainda que no mercado sejam disponibilizados óleos lubrificantes com características parecidas ao especificado no Manual do Proprietário, lembre-se que apenas o indicado pelo fabricante do veículo cumpre com todas as necessidades do motor.

Então, cumprir com a responsabilidade de manter o uso correto deste produto pode aumentar a vida útil do motor do seu veículo. Esse fator, por consequência, reduz a necessidade de gastos posteriores.

Faça as trocas e a manutenção preventiva dentro do prazo indicado para uma boa experiência!

SAIBA MAIS

Carro híbrido: Como funciona? Quais são as diferenças?

09.07.2021

Um carro híbrido é aquele que funciona com duas fontes de força e não apenas uma, como os carros convencionais que estamos acostumados a ver.

Ou seja, além do motor a combustão, que pode ser a gasolina (mais comum), diesel ou etanol, o carro ainda tem outro propulsor, que é elétrico.

O objetivo principal dessa mistura é combinar as principais características positivas de cada um. Como assim?

Quando falamos de modelos convencionais, com motor a combustão, vemos que sua principal função é gerar o melhor desempenho possível.

Eles ainda contam com uma boa autonomia, o que significa que podem rodar grandes distâncias sem ter que abastecer novamente.

Por outro lado, conforme a potência aumenta, o consumo aumenta também e mais poluentes são lançados no ar.

Um motor elétrico, por outro lado, não emite nenhum poluente, e tem um custo por km rodado muito mais baixo.

SAIBA MAIS

Carros elétricos será o futuro?

10.06.2021

A Fiat é mais uma montadora a colocar uma data de limite para a produção de carros que rodam a partir de combustíveis fósseis. Entre os anos de 2025 e 2030, toda a frota da italiana vai "gradativamente tornar-se somente elétrica", como confirmou a companhia.

A ação da Fiat segue comunicados similares de outras empresas do setor automobilístico, que estão aos poucos definindo metas para lançarem apenas modelos elétricos. A Volvo parou de vender carros a combustão no Brasil, enquanto a Honda e a Volkswagen definiram validade para modelos ou motores. A Jeep e a Peugeot também possuem planos parecidos.

Seria esse o futuro dos nossos carros? O meio ambiente irá agradecer.

SAIBA MAIS

Empresas do grupo Sky aumenta seu vasto portfólio com o lançamento com mais de 20 novos itens

21.05.2021

Empresas do grupo Sky aumenta seu vasto portfólio com o lançamento com mais de 20 novos itens

As empresas do grupo Sky, empresa brasileira, lança mais de 20 novos itens entre as linhas de amortecedores leves. 
 
Os amortecedores da linha leve e motos, serão destinados a marcas como Chevrolet, Ford, Troller, Lifan, Jac Motors, BMW, Kia Motors, Citroen, Ford, Toyota, VW, Honda. 

O nosso portfólio é um dos mais completos dos itens citados para o mercado de reposição, incluindo os principais modelos de veículos nacionais e importados das linhas leve, utilitários e pesada.
 
Sempre em busca de manter seus produtos atualizados e suprindo todas as necessidades dos clientes, esse é o grupo Sky. Para mais detalhes sobre as marcas e peças disponíveis, acesse a aba "fornecedores".

SAIBA MAIS

O mercado de autopeças e seu crescimento em 2021

13.05.2021

De acordo com o Sindipeças, o setor de autopeças teve um crescimento de 14,6% no Brasil só esse ano, o que alavancou a comercialização interna e externa. Segundo o sindicato, essa porcentagem significa um aumento exponencial no faturamento líquido no mercado de autopeças, pretendendo-se alcançar R$142,6 bilhões contra os R$ 124,5 bilhões do ano passado, obtidos a partir das vendas para montadoras, reposição, mercado externo e transações intersetoriais. 

 

Os investimentos para o setor, em 2021, estão estimados em R$990 milhões, um número que representa 52% do valor do ano passado (R$650 milhões). Outro nicho que o mercado produtivo planeja retomar é o quadro de contratações. O planejamento do Sindipeças é atingir a marca de 237,8 mil empregados. Já em relação ao mercado externo, o sindicato sinaliza um possível aumento de 17,2% nas exportações, valor que superaria os US$ 5,42 bilhões de 2020 e atingiria US$ 6,35 bilhões. As importações devem crescer 19,2%, de US$ 8,17 bilhões para US$ 9,74 bilhões. No que tange ao déficit comercial, a expectativa é sair do saldo negativo do ano passado (US$2,75 bilhões), ficando em US$3,39 bilhões.

SAIBA MAIS

NEWS - Purificador de ar flexível da OSRAM

29.03.2021

https://www.osram.pt/am/cuidado-e-equipamento-automovel/airzing_mini.jsp

SAIBA MAIS

Inovação com a Nissan

27.11.2020

Nissan Note muda e antecipa mecânica híbrida do novo Kicks brasileiro

Voltado ao mercado japonês, modelo chama atenção pela mecânica, que deverá chegar ao mercado brasileiro em 2022 

A Nissan apresentou, nesta terça-feira (24), a terceira geração do seu compacto Note, vendido no Japão. Aos brasileiros, entretanto, também há motivos para se atentar, já que o hatch traz tecnologias  que deverão constar também no Kicks híbrido que a montadora prepara para o nosso mercado. 

O hatch será oferecido exclusivamente com a segunda geração do e-Power. Ao contrário dos sistemas mais comuns, nos quais as rodas recebem força simultaneamente do motor a combustão e das baterias, o conjunto da Nissan muda a rota da energia e sua transmissão. 

 

Assim, um motor tricilíndrico 1.2 a gasolina, com 80 cv e 11 kgfm é usado exclusivamente para carregar as baterias, que são inteiramente responsáveis pela tração, via motor elétrico. No fim das contas, são 116 cv de potência e excelentes 28,5 kgfm de torque, entregues com a mesma agilidade de um EV completo. A tração do Note, porém, não é integral, mas dianteira. 

O sucesso do e-Power ajudou o Note a tomar liderança de vendas do Prius no acirrado mercado japonês. Em sua nova geração, o hatch segue uma linha de design batizada de Timeless Japanese Futurism (futurismo japonês atemporal, na tradução livre), que, na verdade, se aproxima mais dos contemporâneos Leaf e Ariya. 

 

Além do padrão bicolor, com o preto dominante a partir das maçanetas, destacam-se, na parte de fora, a nova grade e os faróis led, sempre sóbrios. Por dentro há um pouco mais de ousadia, com uso de bancos Zero Gravity que, de acordo com a Nissan, se valem de estudos da Nasa para gerar maior conforto e menor fadiga em longas rotas. 

Energia nacional

Seguindo tendência adiantada por QUATRO RODAS ano passado direto de Detroit, nos Estados Unidos, o novo e-Power deve equipar a próxima geração do Kicks fabricado no Brasil, fazendo desse o primeiro híbrido nacional da marca. 

 

A escolha não é apenas mercadológica, já que o sistema exige plataformas maiores, ainda sendo pouco prático em carros mais compactos.

 

Na segunda geração do e-Power, o segredo foi trabalhar no inversor responsável por receber a energia da queima da gasolina, em corrente contínua, e entregá-la às baterias em corrente alternada. O novo inversor é40% menor e 30% mais leve. O sistema como um todo também priorizou o conforto: caso a rodagem gere muito ruído interno, o motor a combustão para de funcionar enquanto houver autonomia.

Considerando o consumo da primeira geração do e-Power, na casa dos 35 km/l, não é exagero supor que o Kicks brasileiro possa repetir esse desempenho, atingindo autonomia na casa dos 1.200 km. 

A data prevista para a chegada do novo SUV, já lançado na Tailândia, é em fevereiro próximo. Sua versão híbrida, entretanto, deve demorar mais um pouquinho, vindo só em 2022. Até lá, resta ficar de olho nos mercados vizinhos. 

Fonte:  https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/nissan-note-muda-e-antecipa-mecanica-hibrida-do-novo-kicks-brasileiro/

SAIBA MAIS

Cobreq lança pastilha de freio

27.11.2020

Cobreq lança pastilha de freio cerâmica para linha leve que proporciona conforto, cuidado e estabilidade
 

A pastilha, desenvolvida com alta tecnologia, chega ao mercado de reposição e garante frenagem livre de vibrações, menos ruído e pó nas rodas

A Cobreq, marca da TMD Friction, uma empresa do grupo Nisshinbo, apresenta ao mercado a nova pastilha de freio Cobreq Cerâmica que atende veículos da linha leve, com foco em SUV’s, sedans médios e pickups, e chega trazendo inovação para o segmento automotivo. Elaborada com matérias-primas de alta qualidade para componentes cerâmicos, a peça garante a redução de ruído, menos pó nas rodas e uma frenagem livre de vibrações.

Desenvolvida através de tecnologia avançada pela Cobreq, as pastilhas são ecológicas e apresentam diferenciais fundamentais e favoráveis para o dia a dia. Através do material cerâmico as pastilhas sofrem um desgaste diferenciado, produzindo menos sujeira nas rodas além de proporcionar uma experiência confortável e silenciosa, devido a baixa emissão de ruído.

A estabilidade na frenagem e menor vibração contribuem para uma ótima experiência. “Procuramos sempre trazer melhorias e novidades para o mercado. A nova linha de pastilhas Cobreq Cerâmica oferece rodas limpas e menos ruídos, se destacando no mercado. Elas foram desenvolvidas com um material de qualidade superior justamente para oferecer ao consumidor uma vivência diferente, sempre prezando pelo conforto e pela segurança” afirma, Fábio Merighi Diretor de Vendas e Marketing da América do Sul da TMD Friction do Brasil.

Outra característica oferecida pela pastilha é a capacidade de se manter estável, sem perder suas propriedades, e oferecer uma frenagem confortável. A linha foi desenvolvida mantendo os padrões e critérios rigorosos da TMD Friction relacionados à segurança do condutor além de passar por testes de qualidade, avaliação de performance, ruídos durante a frenagem, durabilidade e conforto.

“A pastilha é uma das peças mais importantes do sistema de freio, fundamental para garantir a segurança dos motoristas e passageiros. Nosso comprometimento é desenvolver produtos qualificados e inovadores e a pastilha de cerâmica chega para trazer conforto com a redução de ruído, cuidado e praticidade através das rodas limpas além de estabilidade, devido a capacidade de frenagem sem vibrações”, reforça Raulincom Borges da Silva, coordenador de assistência técnica da TMD Friction do Brasil.

Além disso, a pastilha Cobreq Cerâmica é ecológica, livre de substâncias e elementos nocivos à saúde, desenvolvida com um material de fricção inovador. Foram dois anos de pesquisas e avaliações até chegar ao produto final, alinhando performance, qualidade e segurança com soluções sustentáveis.

“Muito além de complementar nosso portfólio de produtos, esse lançamento chega ao mercado com grandes novidades em todo o processo de desenvolvimento e comunicação da marca. Até as embalagens ganharam um novo conceito no mercado, através do QR code oferecemos informações extras sobre produtos além de facilitar o acesso às nossas plataformas. Nossa campanha vem para reforçar nosso compromisso com nosso público, mecânicos, vendedores e varejistas, oferecendo um produto eficiente e com uma qualidade excepcional baseada no conforto, cuidado e estabilidade”, ressalta João Sampaio gerente de Marketing da TMD Friction do Brasil .

Fonte: https://www.magazineautomotiva.com.br/cobreq-lanca-pastilha-de-freio-ceramica-para-linha-leve-que-proporciona-conforto-cuidado-e-estabilidade/

SAIBA MAIS

Saiba mais sobre o caso Ford

27.11.2020

Por que a Ford fecha as fábricas do Brasil, mas investe na Argentina?

"A Ranger faz parte dos projetos da Ford para o futuro. Além do mais, ela tem uma fábrica, lá na Argentina, com um custo muito baixo"

Por Boris Feldman  15/01/21 às 18h02

Com a Ford fechando fábricas no Brasil, muitas pessoas me perguntam: “Eu tenho um Ford, ele vai desvalorizar?” . Vai, como qualquer carro que sai de  linha. Não precisa de fechar a fábrica.

“Peça de reposição, eu vou ter?” Vai, a maioria das peças de reposição não é fabricada pela Ford, mas pelos fornecedores da Ford. Então,  eles vão continuar produzindo peças durante  muito tempo.

Hoje, eu quero falar sobre uma  pergunta que deixou muita gente encafifada:  por que ‘diabos’ a Ford está fechando as  fábricas todas no Brasil? Praticamente indo  embora, mas está investindo na Argentina,  vai trazer de lá a Ranger e comerciais da linha  Transit do Uruguai?

Não é difícil explicar:  na Argentina, ela tem a fábrica da picape Ranger: ela sempre esteve lá. Enquanto os carros que ela fazia  aqui, Ford Ka, Fiesta, não estavam no portfólio global da Ford para o futuro – ela não vai fazer mais sedã,  hatches e peruas – a picape está, a Ranger.

Porque estão no portfólio, nos modelos que ela vai passar a fabricar exclusivamente, picapes, utilitários  esportivos, comerciais e elétricos. Então, a Ranger faz parte dos projetos da Ford para o futuro.

Além do mais, ela tem uma fábrica, lá na Argentina, com um custo muito baixo, e que poderá ficar menor ainda, porque Ford e Volkswagen se associaram  para desenvolver novos projetos. Existe uma  grande possibilidade da Amarok, da Volkswagen,  da Ranger, da Ford, dividirem o mesmo espaço de produção; o que vai baratear mais ainda,  vai tornar mais eficiente a produção da  Ranger na Argentina.

E no Uruguai? No Uruguai, a Ford não investiu um tostão. Ela contrata  lá um terceirizado pra fazer a montagem dos  componentes da linha Transit, de comerciais, vans furgões.

Então, vem tudo no que se chama CKD – completamente desmontado -, monta-se do Uruguai  e exporta-se para o Brasil sem pagar impostos, assim como a Ranger. Porque tanto a Argentina,  como o Uruguai, pertencem ao Mercosul. Então, dá para vir para o Brasil sem pagar impostos de importação.

Fonte: https://autopapo.uol.com.br/noticia/por-que-ford-fecha-fabricas-brasil/

SAIBA MAIS